quarta-feira, 21 de julho de 2010

Uma visita a Dinho Ouro Preto

É muito engraçado ser jornalista, porque a gente vive situações que não viveria se não estivesse nessa profissão. Já voei de helicóptero, passei o Carnaval em hotel luxuoso, passei Ano-Novo na estrada falando sobre o trânsito, participei de uma gravação de novela na Globo, fiz plantões intermináveis em portas de delegacias, entrei em favela, participei de conflitos e mais um monte de coisas tristes e divertidas.
Enfim, hoje vou entrevistar uma pessoa que fez parte da minha adolescência, sem saber: o Dinho Ouro Preto do Capital Inicial, na casa dele em São Paulo. A banda do colégio vivia reproduzindo o som deles nas festas enquanto a gente pirava com as músicas. Cada uma delas fazia um pouco parte das minhas histórias: ia para baladas com amigos ouvindo Música Urbana, liberava as revoltas de adolescente cantando Veraneio Vascaína (hahaha), me apaixonei ouvindo Passageiro (pode?) e ouvia sem parar o Acústico, pensando na vida. Enfim, é muito engraçado saber que daqui a pouco estarei frente a frente com Dinho Ouro Preto, mas desta vez não para viver minhas emoções, mas para captá-las para as páginas da Dia-a-Dia Revista. O estranho de entrevistar "gente que a gente gosta" é que a gente se dá conta de que eles são humanos, exatamente como a gente é e, às vezes, não tão legais quanto parecem. hahaha A prova eu vou tirar daqui a pouco e conto tudo pra vocês. Até mais!

1 comentários:

Ana Manssour disse...

Que bom que voltaste para cá, Raquel. É um lugar bem mais gostoso.

Beijo.